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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
IRA SANTISTA REPRESADA - Melhor dar o troco em 2012
Já lemos e ouvimos de tudo em 02 dias e até a bola rolar, mais um tanto ainda por vir.
É claro que o torcedor por ser mais exposto é o que mais sofre nestas situações. O jogador vai lá tira férias e muitos deles é capaz de nem estar mais formando no Santos em 2012.
Porém, o que eu gostaria sinceramente que além do aprendizado que serve pra jogadores, técnico e diretoria é que realmente mostrem pra que serviu todo este esculacho que estamos sofrendo por um jogo pífio que manchou a história do mais vitorioso time brasileiro da história.
Quando encontrar adversários pela frente, que os triturem. Se estiver 3x0, meta mais 3 e feche a conta. Pare de fazer firulinhas, ganhar tempo na baliza de escanteio e botar zagueiro pra segurar jogos de vantagens duvidosas de 1x0.
Nós torcedores ficamos e jogadores passam. Mas tal quando entramos numa emprego novo e somos apresentados sobre o perfil de como a empresa trabalha, quem fica deve saber que temos que quebrar tabús e manter tabús. Temos que devolver a goleada nos gambás e ganhar campeonatos dando show.
As oportunidades aparecem uma na vida e outra na morte. Talvez não vejamos mais o Barcelona pela frente pra devolver a derrota, mas temos uns fregueses por aqui pra detonar e fazer escrita.
Esses não escapam.
Que a nossa ira represada seja também dos jogadores, comissão técnica e diretoria.
Vamos ganhar na bola e extravasar a raiva de quem nunca teve piedade de nós”.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Quem pagará o Pato? Ganso ou Pavão?
Paulo Henrique preferiu ser chamado de Ganso.
Um apelido escolhido pra não esquecer sua origem, de como era chamado na categoria de base tão logo chegou ao Santos.
Tal fez recentemente Lucas que antes era chamado de Marcelinho, o futebol de Paulo Henrique decolou junto com seu apelido.
Uns o chamam de PH, bem assim na intimidade, mas quando o assunto é sério, é de Ganso mesmo que o chamam.
Ganso se consagrou em 2010 nas finais do paulista e foi figura importantíssima na campanha da Copa Brasil daquele mesmo ano.
Era ele, seu parceirinho Neymar e "Companhia Talentosa"(*), diga-se de passagem que os levaram ao auge.
Com seu estrelato veio a fama, o dinheiro, as abordagens, as investidas, a nova casa, o novo carro e tudo o que alguém que chega ao apogeu no futebol poderia querer.
Porém, tempos depois, em pleno campeonato brasileiro e num dia fatídico Ganso se machuca. Lesiona o joelho e sai de cena de cabeça baixa e triste.
Em março de 2011, seis ou sete meses depois, a tão esperada volta do Ganso acontece. E que volta. Com direito a passe milimétrico e o gol da virada santista.
Em poucos minutos em campo e o mundo inteiro concluiu, Ganso está de volta. Que bom para o futebol.
Como no samba famoso de Paulinho da Viola entretanto, havia um porém. “Porém, ai porém...Paulo Henrique não era mais o Ganso que todos conheciam. Ganhou corpo, massa muscular, plumagem e postura diferente. Havia se transformado num Pavão.
Pavão, aquela ave ornamental que tem como exigência principal o poleiro.
Apesar da bela partida deste recomeço, os jogos seguintes foram marcados pela desconfiança geral.
Um tanto da sua torcida acha que está com a cabeça longe e que está tirando o pé e ao meu modo de ver é que vai demorar para PH virar Ganso novamente.
Enquanto o futebol não reaparece, o Pavão vive da fama do Ganso, aquele de 2010, com direito a polêmicas, forçações de barra para ser vendido e outras fofocas mais agudas.
Gostaria sinceramente de ver o Ganso de volta, sem polêmicas, sem frescuras e jogando aquele futebol participativo e decisivo que um dia jogou. Não só para o bem do Santos como da seleção brasileira.
Esta coisa de especulações na mídia e o balaio de fofocas em que se transformou sua carreira, não condizem nada com o seu futebol ético e moral que já jogou e pode ainda se Deus quiser jogar.
Este Pavão que está aí vive como disse de pose, de status daquilo que um dia foi.
No começo da carreira quando era aquele patinho feio, o vi e achei que tinha um potencial como daqueles artistas canhotos como Ailton Lira e Pita. Mas me decepcionou um ano inteiro até desanimar de que era mais um fiasco no futebol.
De repente ressurge como um Fênix e acende pra carreira com um futebol vistoso, elegante e decisivo como um dia pude nele imaginar.
Se este Pavão de hoje puder com humildade ser o Ganso que sempre foi, ainda restará um tico de esperança pra quem gosta de futebol e da moralidade.
Sabedor da gravidade da sua lesão, acho que não será tão fácil assim. Mas por estas e por outras, é que ele não deveria estar na mídia falando sobre contrato se seu futebol ainda for esta coisa incerta.
Aí vejamos na encruzilhada em que se meteu:
Quinta-feira próxima dia 14 de abril de 2011 tem um jogo cujas fichas santistas estão depositadas nele e somente nele. Se acha-se assim maior ou igual a Neymar, se tem ciúmes ou não, se acha que lá fora o valorizam mais ele do que seu time de “coração”, se é amigo do Leonardo e fala todo dia com ele ou não, se vai pra times rivais ou não, se usa segurança ou não, se vai cumprir o contrato até 2015 ou não, se vão baixar sua multa ou não, o que estará em jogo é a sua capacidade de decidir sozinho em condições totalmente adversas, como o craque extraordinário que todos imaginam que foi e sempre será.
Se como no principio se portar como um patinho feio e deixar pairar qualquer dúvida e segurança no seu modo de atuar, sua carreira ficará sob suspeita pra todo o sempre.
Logo, o Pavão emplumado num dezembro precoce, perderá suas penas rapidamente e nós seus torcedores de plantão faremos a tão singela pergunta:
Meu caro Paulo Henrique, quem dos dois pagará o Pato? o Ganso ou o Pavão?
Torço para a vitória do Santos, pois
“Graças ao Nosso Deus do Céu, Somos Santos na Terra”
terça-feira, 5 de abril de 2011
A imprensa tendenciosa e o desabafo santista
O jornalismo tendencioso é um câncer no rádio e na televisão.
Quem contará com correção a nossa história no futuro?
Desde sempre o Santos é objeto de inveja e de revolta de alguns que não conseguem separar a paixão clubista da profissão.
Tenho 52 anos e desde 1958 felizmente vivi as maiores glórias que um torcedor de um clube poderia viver.
De lá pra cá ganhei mais títulos paulista que qualquer outro torcedor. Ganhei mais brasileiros, além dos primeiros e mais importantes títulos internacionais, vi as maiores proezas, as maiores glórias, os mais belos jogos, os mais belos gols, os maiores recordes, as maiores goleadas, as maiores humilhações aos adversários, os maiores espetáculos e os melhores e maiores jogadores de todos os tempos.
Vi um negro virar rei antes de Obama e todos e tantos outros negros virarem heróis em reverencia nacional.
Infelizmente quem não torcia pelo Santos viveu as piores situações e crises, além de motivo de chacotas e gozações que um torcedor infeliz poderia viver.
Citei a minha idade pra mostrar que o meu pai torcia para o corinthians e da mesma época os pais destes caras da crônica de hoje devem ter sofrido pra caramba como sofria o meu.
Hoje querem recontar a história que não existe, não tem passado, maqueiam o presente não tem certeza do futuro.
Formar opinião de que são maiores em quê?
Alguns times sim perfilaram no passado e fizeram alguma frente ao nosso grande Santos, mas só e mais era pouco ou quase nada.
Quando no centenário contarmos a nossa história, esses de hoje e do passado que morrem de dor de cotovelo, vão tirar férias da profissão e se fecharem num porão sem comunicação pra não ouvirem nem relembrarem o objeto da sua ponte de safena, do seu stress de torcedor, da sua veia saltada no pescoço, do seu complexo de inferioridade, do seu bullyng de torcedor de time pequeno, mesmo antes desta palavra se tornar conhecida e pública.
Nós provavelmente reafirmaremos seja através do desfile da Mangueira ou da grande festa que estamos preparando, que somos dentre todos o maior de todos os tempos.
Lá se Deus quiser e Deus quer; pois se não for torcedor tem por nós a simpatia "fêz o raio cair várias vezes na Vila”, estarão perfilados os monstros sagrados do futebol em suas cores e magnitude. Naquele espaço num palco ou em uma galeria estará o maior valor vivo do futebol por metro quadrado.
E novamente toda celebração que veio antes ou virá depois será ofuscada por mais esta nova glória.
Assim como fez um programa inteiro destacando nosso campeonato em 2010, tenho certeza que teremos nosso espaço na mídia paulista ao menos no Globo Esporte de Thiago Liefert em detrimento do que outras redes tendenciosas, se ainda existirem, procurarão fazer.
“Seria bem justo uma homenagem santista ao jovemThiago Liefer. Muita gente ia enfartar de inveja”.
Este também merece um prêmio e uma homenagem imediatamente pela simpatia, honra e imparcialidade que trata a todos em especial e pelo carinho que demonstra a nós torcedores e em especial ao Santos Futebol Clube.
São destes assim que precisamos incentivar para continuar sua trajetória de ascensão, imparcialidade e honra a profissão, para que aqueles pseudo-informantes de botequim, saiam do cenário e das luzes que não tem e nunca tiveram o brilho daqueles que são os verdadeiros astros.
“Graças ao Nosso Deus do Céu, Somos Santos na Terra”
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